Como era esperado, os partidos islâmicos ganharam as eleições parlamentares no Kuwait.
Arquivo do Autor: Luiz Eça
Islâmicos ganham eleição no Kuwait.
Como era esperado, os partidos islâmicos ganharam as eleições parlamentares no Kuwait.
Paquistão: a Justiça ameaça governo corrupto.
A Suprema Corte do Paquistão acaba de denunciar o Primeiro-Ministro por desacato
Os bilionários estão com Newt Ginchrich.
Parece teoria da conspiração, mas é verdade: duas vezes por ano, dois magnatas do petróleo, os Irmãos Koch reúnem figurões da direita para discutir os destinos do país. E planejar como realizar suas ideias.
Questão nuclear: esperanças de entendimento.
Os fiscais da IAEA (Agência Internacional de Energia Atômica) estiveram no Irã, mas não visitaram as instalações nucleares do país. Mas, não vá concluindo nada, não visitaram porque não quiseram. Preferiram passar 3 dias de reuniões discutindo questões muito sérias, que nunca haviam sido resolvidas entre as partes.
Honduras, depois do golpe.
A ONU acaba de apresentar o ranking da criminalidade no mundo. O líder destacado é Honduras, com o maior índice de assassinatos, sendo que sua segunda maior cidade, San Pedro de Sula, derrota nesse quesito até Juarez, a capital dos cartéis de drogas do México.
Se Israel atacar, será sozinho?
Desta vez parece que vai ser pra valer.
Partido islâmico favorito nas eleições do Kuwait.
A Primavera Árabe chegou no Kuwait e, forçado por intensos protestos, o Primeiro Ministro Mohammad al-Ahmad Al-Sabah renunciou.
O Irã vai mostrar tudo.
A IAEA (Agência Internacional de Energia Atômica) já realizou muitas inspeções nas instalações nucleares iranianas, mas nunca foi autorizada a entrar em certos locais. O Irã justificava essa proibição, afirmando que temia espionagem – que algum inspetor passasse informações secretas para países hostis.
Romney, candidato de Wall Street.
Romney, um autêntico representante do 1%, paga apenas 15% de imposto de renda, graças aos generosos subsídios que o Governo Bush concedeu aos muito ricos e o Partido Republicano defende. Enquanto isso, a classe média, o top dos 99%, tem de contribuir com 35% dos seus proventos.