A onda esquerdista chegando no México

O establishment mexicano anda assustado. “Tudo indica que a pessoa que vai concorrer (nas eleições presidenciais de 2006) é um político de esquerda, retrógado e do tipo dinossauro, que levará o México à bancarrota”. Quem fala é Cláudio Gonzalez, importante líder empresarial do país, interpretando o sentimento dos seus pares diante de Lopez Obrador e suas chances de vitória.

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A democracia como cavalo de Tróia

Quando desistiu de encontrar bombas de destruição em massa no Iraque, Bush mudou a justificativa para a invasão: afastar um ditador sanguinário, instaurando a democracia. Gostou da idéia e daí em diante passou a anunciar que os Estados Unidos se empenhariam em fazer o mesmo em escala mundial. Por bem ou por mal.

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2005: o império modera o tom, mas não a escalada

Falando sobre o próximo governo de George Bush, diz George Friedman, em Stratford online, um boletim de “inteligência global”: “em geral, presidentes no segundo mandato tendem a interessar-se menos pelo processo político do que no seu lugar na história. A serem mais agressivos”. 

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Oligarcas na marca do pênalti

Na Rússia pós-soviética, a privatização das estatais não foi nada saudável. Como salienta David Satter, em Darkness of Dawn, “o que orientou o processo não foi a determinação de criar um sistema baseado em valores universais, mas o desejo de introduzir um sistema de propriedade privada, o qual, na ausência de leis, abriu caminho para a busca criminosa de dinheiro e poder”.

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