No fim do ano passado,o presidente da Autoridade Palestina, Mamhoud Abbas anunciou com grande fanfarras que não iria continuar de braços cruzados assistindo á falta de ação da comunidade internacional em favor da liberdade do seu povo.
40% dos soldados afegãos são fantasmas.
Segundo os observadores, cerca de 40% dos soldados afegãos só existem no papel.
Haverá algo pior do que o Estado Islâmico?
O ministro de Defesa de Israel, Moshe Yalon, foi muito claro. Em Telavivi, numa conferência no Instituto de Estudos de Segurança Nacional, declarou que prefere o Estado islâmico ao Irã.
Francisco reconhece Palestina e irrita Israel.
O Vaticano acaba de reconhecer oficialmente a Palestina como Estado livre.
Terrorista não entra.
Depois de alguns anos de discussões, as partes envolvidas na guerra síria parecem aproximar-se da paz.
Vaza plano americano para futura Síria
Enquanto o mundo aguarda a reunião de 25 de janeiro em Genebra, quando, deverá se traçar o caminho para o fim da guerra da Síria, as chancelarias trabalham ativamente.
A bola fora da Arábia Saudita.
Os observadores não duvidam de que a crise entre Arábia Saudita e Irã foi provocada pelos sauditas.
Corram que as eleições americanas vem aí.
Não se pode negar que as grandes potências desejam o fim dos principais conflitos mundiais: Israel/Palestina, Síria, Ucrânia e Estado islâmico.
Novos acusados no ataque a gás na Síria.
Hà dois anos estivemos perto de uma guerra regional com potencial de rapidamente espalhar-se pelo mundo. EUA e Reino Unido estavam perto de bombardear Damasco que a Rússia jurava que iria defender.
A Ucrânia mudou e continuou como estava.
A revolução ucraniana foi feita por vários motivos.