17 segundos que abalaram o Oriente Médio.

Depois do atentado de Paris parecia iminente um acordo de paz na Síria para permitir a formação da Grande Coalizão contra o selvagem Estado Islâmico Até a França e o Reino Unido aceitavam discutir a formação de um governo de transição de 18 meses com participação de Assad, desde que ele partisse ao se marcar eleições democráticas.

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Paris pode unir rivais contra inimigo mortal.

Rebeldes sírios, com apoio dos EUA, Turquia e países do Golfo, lutam contra o governo de Assad, por sua vez reforçado pelo Hisbolá e a aviação russa.

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Quem não quer a paz.

Em artigo publicado no caderno Ilustríssima, Caetano Veloso declara-se simpático à causa palestina nos conflitos com Israel.

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Putin ganha pontos no Oriente Médio.

Como Obama repetiu não poucas vezes, o ISIS é uma ameaça à paz mundial e os EUA tem todo empenho em acabar com eles.

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A volta do trabalhismo inglês para a esquerda.

A eleição de Jeremy Corbyn para líder dos trabalhistas ingleses – e futuro primeiro-ministro, no caso do partido vencer  o próximo pleito- foi recebida como autêntico escândalo pela imprensa inglesa.

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