No fim do ano passado,o presidente da Autoridade Palestina, Mamhoud Abbas anunciou com grande fanfarras que não iria continuar de braços cruzados assistindo á falta de ação da comunidade internacional em favor da liberdade do seu povo.
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40% dos soldados afegãos são fantasmas.
Segundo os observadores, cerca de 40% dos soldados afegãos só existem no papel.
A bola fora da Arábia Saudita.
Os observadores não duvidam de que a crise entre Arábia Saudita e Irã foi provocada pelos sauditas.
Corram que as eleições americanas vem aí.
Não se pode negar que as grandes potências desejam o fim dos principais conflitos mundiais: Israel/Palestina, Síria, Ucrânia e Estado islâmico.
Novos acusados no ataque a gás na Síria.
Hà dois anos estivemos perto de uma guerra regional com potencial de rapidamente espalhar-se pelo mundo. EUA e Reino Unido estavam perto de bombardear Damasco que a Rússia jurava que iria defender.
A Ucrânia mudou e continuou como estava.
A revolução ucraniana foi feita por vários motivos.
Impasse no jogo duplo da Turquia.
Não é com preces que os chefes do Estado Islâmico mantém seu poderoso aparato bélico.
Obama em más companhias.
Ninguém duvida que Obama seja um liberal, com muitas idéias até progressistas.
17 segundos que abalaram o Oriente Médio.
Depois do atentado de Paris parecia iminente um acordo de paz na Síria para permitir a formação da Grande Coalizão contra o selvagem Estado Islâmico Até a França e o Reino Unido aceitavam discutir a formação de um governo de transição de 18 meses com participação de Assad, desde que ele partisse ao se marcar eleições democráticas.
Paris pode unir rivais contra inimigo mortal.
Rebeldes sírios, com apoio dos EUA, Turquia e países do Golfo, lutam contra o governo de Assad, por sua vez reforçado pelo Hisbolá e a aviação russa.