Abdul Hakim Belhaj, um dos principais líderes militares da revolução líbia, iniciou um processo, em Londres, contra o governo inglês, pelas torturas que teria sofrido por parte do MI6 (serviço secreto inglês). Ele pede apenas desculpas oficiais e que os implicados no seu caso sejam investigados.
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De novo, o excepcionalismo americano
O historiador Gordon Woods definiu o excepcionalismo americano assim : “Os americanos são um povo destinado a liderar o mudo para a democracia e a liberdade.”
É o que eles aprendem desde os tempos de escola. Daí em diante, a TV, os jornais, os políticos, os sacerdotes e até os filmes de Hollywood repetem esta lição, sob as mais variadas formas.
Um congresso paranóico, um presidente fraco. E a democracia americana sai derrotada
O Congresso americano está aprovando uma lei que vai desmoralizar a democracia do país. Ela permite que qualquer pessoa, nos EUA ou em outro país, por suspeita de ligação com o terrorismo, pode ser presa e encarcerada indefinidamente pelas autoridades militares.
Um congresso paranóico, um presidente fraco. E a democracia americana sai derrotada
O Congresso americano está aprovando uma lei que vai desmoralizar a democracia do país. Ela permite que qualquer pessoa, nos EUA ou em outro país, por suspeita de ligação com o terrorismo, pode ser presa e encarcerada indefinidamente pelas autoridades militares.
A América não só para os americanos
Um fato importante passou praticamente desapercebido pois a nossa mídia não lhe deu o devido destaque.
O Paquistão exige respeito
Quando, em 1984, o Paquistão começou a desenvolver seu programa nuclear militar, os EUA lhe impuseram sanções econômicas.
Guerra suja bombando
Philip Giraldi foi analista e especialista em contra terrorismo da CIA. Hoje, jornalista e escritor, ele costuma ser bem informado sobre o Oriente Médio, pois mantém bons contactos com seus antigos colegas.
Proibido para Saddam Hussein, permitido para Barack Obama
As armas químicas foram usadas em larga escala na 1ª Grande Guerra.
Inglaterra e Irã: uma velha inimizade
A invasão da embaixada inglesa por estudantes iranianos começou no século 19. Foi quando, governantes corruptos permitiram que durante muitos anos a Rússia e a Inglaterra dominassem o Irã e explorassem sua economia.
O povo de Israel fala
Se ouvisse seu povo, o governo de Israel seria diferente.
Teria uma posição muito mais justa e conciliadora com relação aos palestinos e ao Irã.
Nada a ver, portanto, com o estilo inflexível de Netanyahu e seu ministério de extrema direita.