Ao referir os possíveis governantes da nova Líbia, não se pode esquecer as potências ocidentais.
Arquivo do Autor: Luiz Eça
Nada como um ISIS depois do outro.
Estudo do think tank inglês Centre on religion and Geopolitics revela que caso o ISIS seja derrotado, sua ideologia poderá continuar hegemônica na região.
Mulheres sauditas ganham direito de se candidatarem.
Mas não se anime demais.
Guantánamo, será que acaba?
Mais uma vez Obama reiterou sua promessa, feita há quase 10 anos, de que fecharia Guantánamo.
Menor de idade degolado por protesto.
Apesar de sua radical confrontação do Estado Islâmico, a Arábia Saudita adota um dos seus mais infames costumes: degolar por razões políticas.
Agora, no Canadá, índia também é gente.
Em certas regiões não passavam de escravas a quem eram dados os mais duros e degradantes trabalhos, nas piores condições.
Até quando a guerra da Síria vai favorecer o ISIS?
Nas últimas negociações de Viena e depois do atentado de Paris, a permanência de Assad no governo da Síria, ainda que transitória, começou a parecer possível.
Transição com Assad para encarara Estado Islâmico.
Em 2011, Barack Obama, como se fosse o imperador do mundo, decretou que Assad não poderia mis presidir a Síria.
Israel ignora oferta de paz do Hamas.
Em novembro, depois de se reunir com o rei Abdula, da Jordânia, Kaled Marshaal, líder do Hamas, defendeu publicamente negociações com Israel e a solução dos dois estados independentes na Palestina: o israelense e o palestino.
Licença para matar palestinos.
Talvez inspirado nos filmes de 007, o premier Netanyahu decidiu dar implicitamente a seu exército e órgãos de segurança licença para matar palestinos.