Infeliz aniversário

Neste mês a conquista do Iraque completa três anos. Mas os estrondos que se ouve por todo o país não são de foguetes comemorativos. São das bombas e tiros com que sunitas e xiitas se matam uns aos outros no conflito iniciado com a explosão da principal mesquita xiita do Iraque. Sinistra metáfora da situação atual e das perspectivas do Iraque no terceiro aniversário de sua invasão e ocupação.

Continue lendo

Quem ameaça quem

No papel assumido de guardião do planeta, o governo americano denunciou os objetivos militares do programa nuclear iraniano. A prova maior teria sido o reinício da pesquisa de urânio enriquecido, essencial tanto para se produzir energia quanto bombas atômicas. Bush jura ser isto o que os iranianos querem, apesar de o presidente Mahmoud Ahmadinejad garantir que é contra armas nucleares, o que, aliás, foi reforçado por uma fatwa (espécie de encíclica dos muçulmanos) do supremo líder do governo e da hierarquia religiosa, o aiatolá Ali Khamenei. Para Bush, o Tratado de Não-Proliferação Nuclear estaria sendo violado, com o que teríamos mais um país de posse da arma do juízo final. 

Continue lendo

Muito além de Abu Ghraib

“Um drama está acontecendo em total silêncio no Iraque, onde as tropas de ocupação da coalizão estão usando a fome e a privação de água como armas contra a população civil.” Denúncia feita em 14 de outubro por Jan Ziegler, antigo professor de sociologia, nomeado pela ONU para investigar os direitos humanos no Iraque.

Continue lendo

11 de setembro. O fogo amigo

Mais da metade das mortes no atentado de 11 de setembro foi causada em parte pela negligência ou cupidez de grupos americanos envolvidos na construção das Torres Gêmeas. É o que afirmam Jim Dwyer e Kevin Flynn, jornalistas do New York Times,  em “102 minutos – a história inédita da luta pela vida nas Torres Gêmeas”.  Segundo eles, muitas das pessoas morreram devido a graves falhas no projeto de construção das torres.

Continue lendo