As opções estão saindo da mesa

A lei de boicote do petróleo iraniano era a grande cartada para forçar o Irã a desistir do seu projeto nuclear militar, caso existisse, ou, mais do que isso, destruir a economia do país e, por tabela, a revolução islâmica. Com clara inspiração do governo Netanyahu, foi imposta pelos congressistas republicanos e democratas, financiados pela AIPAC (lobby judaico-americano), goela abaixo do Presidente Obama.

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Obama moderou a fúria do Congresso

Estourar a economia iraniana, boicotando suas exportações de petróleo era o objetivo de mais uma lei feroz do Congresso americano. Simplesmente, proibia de comerciar com os EUA qualquer país que comprasse petróleo do Irã. Como o mercado americano é, de longe, o maior do mundo, dá para sacar que o Irã correria altos riscos de acabar se afogando no seu petróleo que, aliás, representa 80% da economia do país.

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Delenda Teerã

Quando Roma já era uma das maiores potências do mundo antigo, a cidade de Cartago disputava com ela o controle dos países do mar Mediterrâneo. Para o partido da guerra romano, a solução correta seria destruir a rival. Tendo isto em mente, um dos seus líderes, o senador Catão, terminava todos os seus discursos repetindo: delenda Cartago, ou seja, Cartago deve ser destruída. No fim, foi o que acabou acontecendo.

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Agência de energia atômica em mãos pouco confiáveis

Os EUA e a Europa Unida ameaçam endurecer as sanções contra o Irã de uma maneira tal que poderia causar terríveis danos não só à economia iraniana, como também às deles.  Proibir nações de importarem petróleo do Irã, sob pena de não poderem mais fazer transações com os americanos e europeus, é uma arma de dois gumes.

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