Obama anunciou a retirada do Iraque como se fosse o cumprimento de uma promessa de sua campanha eleitoral.
O último retrato do América
A nova pesquisa do New York Times/CBS News, publicada em 25 de outubro é de assustar qualquer político americano.
Uganda: Obama investe no combate ao crime
Ross Limbaugh, uma estrela da direita americana, com um talk show de rádio ouvido por milhões, acaba de fazer um curioso ataque ao presidente Obama. Acusou-o de enviar tropas à África para matar cristãos. No caso, os membros do Exército Revolucionário do Senhor (Lord´s Revolutionary Army– LRA), que atua em Uganda.
Egito: os militares não querem sair
Parece que os críticos dos rumos da Primavera Árabe no Egito tinham razão. Os comandos militares gostaram do Poder. E querem permanecer até quando, ninguém sabe, ao certo.
Saudades de George Bush?
Depois de George Bush, os republicanos conseguiram o que parecia impossível: presidenciáveis que deixam o invasor do Iraque quilômetros para trás em matéria de direitismo e irracionalidade.
Israel a um passo da guerra
Para os israelenses seu principal problema é a segurança. Consideram que, sendo cercados por países árabes inimigos, terão de ter forças armadas muito superiores para desestimular qualquer ataque movido por seus vizinhos.
Nada como um Kirchner depois do outro
Quando assumiu a presidência da Argentina, Nestor Kirchner encontrou seu país destruído pelo neoliberalismo e pelo governo Menem.
Tunisisa, entre a Europa e o Islã
A Tunísia já fechou sua polícia secreta e o Ministério da Informação, responsável pela censura. E agora prepara-se para dar mais um grande passo no caminho da democracia.
Atentado ou armação?
Chefões da Quds Force, a linha de frente da Guarda Revolucionária, decidem assassinar o embaixador da Arábia Saudita nos EUA. Autorizados pelas altas autoridades do governo, escolhem um vendedor de carros usados americano-iraniano para ser o agente. Ele contrata uma gang de traficantes mexicanos para fazer o serviço por 1,5 milhão de dólares, informando ao representante da gang quem está por traz da operação.
Excepcionalismo americano: a lei não é igual para todos
As abstenções do Brasil na ONU, no julgamento de propostas contra a Síria e a Líbia por ataques a civis, tinham um significado claro. O Brasil discordava do fato de só haver condenações contra regimes hostis ou inamistosos em relação à chamada “comunidade internacional”, leia-se EUA e aliados. No Iemen e no Bahrein, idênticas violências eram praticadas sem que o Conselho de Segurança se importasse.