Quando Roma já era uma das maiores potências do mundo antigo, a cidade de Cartago disputava com ela o controle dos países do mar Mediterrâneo. Para o partido da guerra romano, a solução correta seria destruir a rival. Tendo isto em mente, um dos seus líderes, o senador Catão, terminava todos os seus discursos repetindo: delenda Cartago, ou seja, Cartago deve ser destruída. No fim, foi o que acabou acontecendo.
Afeganistão: A Paz Possível
Até a algumas semanas, as esperanças de uma paz negociada na Guerra do Afeganistão estavam em compasso de espera.
Aparentemente, de uma longa espera.
Agência de energia atômica em mãos pouco confiáveis
Os EUA e a Europa Unida ameaçam endurecer as sanções contra o Irã de uma maneira tal que poderia causar terríveis danos não só à economia iraniana, como também às deles. Proibir nações de importarem petróleo do Irã, sob pena de não poderem mais fazer transações com os americanos e europeus, é uma arma de dois gumes.
Dois fantoches em apuros
Parece o título de uma comédia. Na verdade, trata-se mais de um drama.
Dois Fantoches em Apuros
Parece o título de uma comédia. Na verdade, trata-se mais de um drama.
O Hamas Está Mudado. E Israel?
A Primavera Árabe chegou à faixa de Gaza, governada pelo Hamas.
Líder Líbio Processa os Ingleses por Tortura
Abdul Hakim Belhaj, um dos principais líderes militares da revolução líbia, iniciou um processo, em Londres, contra o governo inglês, pelas torturas que teria sofrido por parte do MI6 (serviço secreto inglês). Ele pede apenas desculpas oficiais e que os implicados no seu caso sejam investigados.
Da Primavera Árabe ao Inverno de Barack Obama
2011 começou com revoluções populares onde menos se esperava: nos países árabes.
Líder líbio processa os ingleses por tortura
Abdul Hakim Belhaj, um dos principais líderes militares da revolução líbia, iniciou um processo, em Londres, contra o governo inglês, pelas torturas que teria sofrido por parte do MI6 (serviço secreto inglês). Ele pede apenas desculpas oficiais e que os implicados no seu caso sejam investigados.
De novo, o excepcionalismo americano
O historiador Gordon Woods definiu o excepcionalismo americano assim : “Os americanos são um povo destinado a liderar o mudo para a democracia e a liberdade.”
É o que eles aprendem desde os tempos de escola. Daí em diante, a TV, os jornais, os políticos, os sacerdotes e até os filmes de Hollywood repetem esta lição, sob as mais variadas formas.