O presidente de um país satélite chamar o presidente dos EUA de “filho da puta” é algo um tanto invulgar.
Netanyhau teme última mudança de Obama.
Deu no Haaretz: no dia 19 de outubro, duas manifestações sobre o mesmo assunto agitaram a questão palestina.
Israel não assina compromisso internacional para reduzir violências dos drones.
Depois dos drones americanos anti-terroristas matarem também milhares de civis indefesos, desde os tempos de Bush, Barack Obama pôs a mão na consciência.
Iêmen: a posição americana ficou difícil.
A Arábia Saudita não engoliu o apoio americano à paz nuclear com o inimigo Irã.
O Wikileaks revela segredos inconvenientes de Hillary Clinton.
Donald Trump, agora, e Bernie Sanders, na pré-campanha democrata, acusaram Hillary de ser a candidata de Wall Street.
Os houthis pagam pelo defeito do radar americano.
No Velho Oeste, sofrendo um ataque inesperado, a regra era atirar no provável inimigo. Só depois certificar-se se ele fora mesmo o culpado. Era o que faziam no passado heróis lendários como Wyat Earp, Wild Bill Hickhok, Billy The Kid e Bat Masterson.
Com amigos assim, os EUA não precisam de inimigo.
Os EUA são tão amigos de Israel que chegam a se sacrificar para ajudar a Terra Prometida.
Xenofobia inglesa assusta.
Com o BREXIT, os conservadores ingleses estão mostrando sua verdadeira face.
Liberdade para violar direitos humanos.
Em 2003, a opinião pública do Reino Unido estava chocada com a denúncia de que 146 iraquianos foram torturados pelo exército de ocupação inglês.
Trump não disse só bobagens.
É uma missão de OLHAROMUNDO revelar fatos e motivos na área internacional, que a grande imprensa brasileira ignora.