Até há pouco tempo, as eleições francesas pareciam definidas.
Virada na Síria: Turquia agora aceita Assad.
Um ano depois de Moscou e Ancara romperem relações, por ter um avião turco abatido avião russo na fronteira da Síria, as duas nações fizeram as pazes.
“Obama quebrou décadas de defesa de Israel pelos EUA na ONU”. Será?
Assim disse ao Jerusalém Post, alto funcionário do governo israelense, referindo-se à abstenção dos EUA na resolução do Conselho de Segurança da ONU, condenando os assentamentos.
Russofobia: o Post marcou bobeira.
Na Russofobia que se expande pela mídia e políticos americanos, o grande e tradicional Washington Post deu uma bola fora.
Ainda há juízes em Israel.
Ao ferir um militar de Israel, o terrorista, Abdel al-Sharif, é abatido por soldados israelenses.
Todo poder para os bilionários!
O gabinete de Donald Trump é certamente o mais rico da história dos EUA. A soma das fortunas dos membros do primeiro escalão chega a 6 bilhões de dólares.
Após a abstenção americana, a inciativa de paz francesa.
Por essa Netanyahu não esperava.
Kissinger aconselha Trump: paz com Rússia.
Kissinger é odiado pelas esquerdas e defensores dos direitos humanos e das liberdades.
A esquerda aplaude presidente da Exxon na Secretaria de Estado.
A Exxon é a sucessora da Standard Oil, o inimigo mais odiado pelos nacionalistas e esquerdistas do orbe até meados da última metade do século passado.
Perto do embaixador de Trump em Israel, Netanyahu é um esquerdista.
Trump não poderia escolher um pior embaixador para os EUA em Israel.