O Presidente Obama garantiu que em 2014. Mas, não vai ser de uma vez, os soldados sairão poucos. No fim, vão ficar apenas algumas unidades de Forças Especiais. Talvez ad aeternum.
Os EUA num dilema hamletiano.
Eles tem bons motivos tanto para apoiar quanto para não apoiar o golpe militar do Mali.
Principal religioso saudita proíbe igrejas cristãs.
A democracia continua não sendo muito bem vista na Arábia Saudita, grande aliada dos EUA no mundo árabe.
Israel indiferente a violências contra palestinos na Margem Oeste.
Israel se apresentou como protetora dos palestinos na reunião dos doadores à Palestina, em Bruxelas, relacionando uma série de medidas que teria realizado para ajudar a região ocupada e concluindo que, apesar disso, ela ainda não tem condições administrativas e econômicas para ser independente.
Crimes e culpados na guerra do Afeganistão.
Em entrevista à CNN, no domingo passado, Hamid Karsai, Presidente do Afeganistão, comentando o assassinato de 16 civis por um sargento dos EUA, chamou os soldados americanos de “demônios” e declarou, referindo-se ao massacre: ”Não foi o primeiro incidente, foi o 100º, ou o 200º, ou o 500º.”
Assassinos demais.
Uma comissão parlamentar afegã concluiu que foram cerca de 20 os soldados americanos que mataram 16 civis, na província de Kandahar, na madrugada do domingo passado. Isso desmente a OTAN que garante que apenas 1 cometeu a barbaridade.
Yemen: um pobre país em pedaços.
O Yemen é um dos mais pobres países do mundo, com um desemprego de 35% e o segundo lugar em desnutrição crônica.
Assassinatos não muito seletivos.
A mídia do Brasil passa a ideia de que foram os palestinos quem começou os recentes conflitos com Israel.
Governo afegão quer EUA fora.
A criatura voltou-se contra o criador.
A transparência vai a julgamento.
Na sua campanha eleitoral, Barack Obama prometeu que faria a administração mais transparente da história.