Nova crise em Gaza.

Com a deposição do presidente Morsi, os militares egípcios  puseram Gaza na lista negra.

Foi porque o Hamas, que governa Gaza, era amigo da Irmandade Muçulmana, ligada a Morsi.

Gaza acabou sofrendo com isso.

Os militares egípcios destruíram os túneis pelos quais entravam 30% dos produtos de que o povo de Gaza necessitava.

As fronteiras com o Egito foram fechadas.

Com isso, o fluxo do combustível egípcio para a faixa de Gaza caiu de 1 milhão de litros diários para entre 10 a 20 mil por semana, de acordo com relatório das Nações Unidas.

A falta de combustível causou o fechamento da única usina de energia de Gaza, que fornece 1/3 da eletricidade consumida em toda a faixa. Com a falta de energia, a estação de tratamento de água entrou em colapso, ameaçando a contaminação do suprimento de água. E inundando as ruas da cidade com detritos liquidos.

Enquanto isso, a população passou a sofrer cortes de eletricidade que duram mais de 16 horas por  dia.

Felizmente, a ONU  interviu  e está agora fornecendo energia elétrica para Gaza.

Mas é uma solução precária.

Diz Robert Serry, coordenador especial da ONU no Oriente Médio

“Isso não resolve a crise de combustível de Gaza, mas providencia uma rede de proteção, esperamos, que para os próximos dois ou três meses para as instalações críticas daqui.”

 

 

 

 

 

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