EUA X China: as tensões sobem.

Alegando razões de segurança, Obama decidiu estender a hegemonia americana ao Extremo Oriente.

Ele e Hillary Clinton visitaram uma série de países da região, garantindo a amizade e o apoio americano em suas questões com a China.

Ao mesmo tempo, esse país foi cercado por uma série de bases militares  americanas nas nações amigas de Tio Sam.

Foram construídas novas bases ou reformadas as antigas.

Hoje já existem 12 na Coréia do Sul, 17 no Japão, 2 na ilha de Guam, 1 em Singapura e um número ainda não comunicado na Austrália, Tailândia e nas Filipinas.

A idéia é cercar a China de um anel de ferro para desanimar iniciativas expansionistas de Beijing.

Aliás, elas já estão em curso.

Os chineses disputam com Taiwan, Japão, Tailândia e Filipinas a soberania sobre uma série de ilhas no Mar da China.

São ilhas desertas, porém, ricas em petróleo e gás natural.

A China já reforçou suas pretensões, instalando guarnições militares em algumas delas.

Hillary Clinton esteve no país, com a missão de acalmar o governo de Beijing diante  do avanço militar americano.

Ao mesmo tempo, deveria mostrar uma posição firme dos EUA, para desencorajar possíveis atitudes agressivas.

Deu-se mal.

Os jornais ligados ao Partido Comunista censuraram veementemente as ações militares americanas,  considerando-as provocativas.

Hillary  foi recebida friamente e os dirigentes chineses, apesar das mesuras de estilo, não recuaram um centímetro.

Deixaram claro que não vão admitir que estranhos se metam a mandar no seu quintal.

Os EUA devem ficar fora da disputa pelas ilhas, foi dito a Hillary.

As coisas ainda não estão pretas, mas chegando lá.

Uma onda de nacionalismo parece estar invadindo a China.

O povo, particularmente os militantes do partido, clamam  contra os EUA.

Exigem que o governo os enfrente.

O Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (dos EUA) consideram que no próximo ano “poderá acontecer uma mudança na política internacional da China baseada no pensamento da nova liderança de que é necessário responder à estratégia americana que procura evitar a          emergência da China como um grande poder.”

Confirmando essa análise, o governo de Beijing ordenou um considerável reforço nos seus orçamentos militares.

 

1 pensou em “EUA X China: as tensões sobem.

  1. Depois de realizada a Primeiraguerra mundial, segui-se a Segunda e verdadeiramente não estaremos livres da TERCEIRA o que nada nos garante de que estaremos sugeitos, claro, os sobreviventes, da QUARTA!!Nesses dias turbulentos, devemos reforçar entre os desavisados, que aqueles que ainda não conhecem DEUS precisam busca-lo para que acontecendo ou não uma outra grande guerra mundial, ainda tem a eternidade a ser garantida exclusivamente por intermédio de JESUS CRISTO.

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