Proibido rezar.

De acordo com sua política de tornar muito desagradável a vida dos residentes em Gaza, as autoridades israelenses proíbem os muçulmanos de irem orar nas mesquitas de Jerusalém e da Margem Oeste.

Não se trata de uma proibição completa, total e irrestrita. Há um sistema de quotas; oferece-se sinal verde para  um certo  número de fiéis, porém com limitações de idade. Os velhos  tem mais chances de receberem a autorização desejada.

O pessoal de Gaza se ressente muito de mais este castigo, pois em Jerusalém e na Margem Oeste localizam-se alguns dos mais importantes santuários  do islamismo.

Seis mulheres muçulmanas, indignadas por terem sido impedidas de ir orar na mesquita de Al-Aqsa em Jerusalém Oriental, considerada o terceiro templo mais sagrado da Palestina, recorreram á Suprema Corte de Israel.

Apoiadas pela ONG judaica Gisha, defenderam seu direito, alegando discriminação por parte das autoridades israelenses já que as proibições só atingem os muçulmanos;  os cristãos de Gaza podem frequentar suas igrejas na Palestina ocupada sem maiores problemas.

As autoridades israelenses justificaram-se, utilizando o argumento de sempre: razões de segurança.

Ganharam,  a Suprema Corte decidiu contra as seis muçulmanas.

 

 

 

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