JIMMY CARTER: OS GENERAIS QUEREM MANTER PRIVILÉGIOS

No Egito, Jimmy Carter, ex Presidente dos EUA, reuniu-se com os generais do país. Informou que eles pretendem manter certos privilégios depois da entrega do poder aos civis eleitos pelo povo. Isso vai gerar atritos pois, segundo Carter, “os líderes dos maiores partidos políticos, inclusive a Irmandade Muçulmana, me asseguraram que a decisão final sobre os orçamentos militares e todos os outros assuntos (relativos ao governo) caberá aos membros do Parlamento, não aos militares.”

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As opções estão saindo da mesa

A lei de boicote do petróleo iraniano era a grande cartada para forçar o Irã a desistir do seu projeto nuclear militar, caso existisse, ou, mais do que isso, destruir a economia do país e, por tabela, a revolução islâmica. Com clara inspiração do governo Netanyahu, foi imposta pelos congressistas republicanos e democratas, financiados pela AIPAC (lobby judaico-americano), goela abaixo do Presidente Obama.

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Obama moderou a fúria do Congresso

Estourar a economia iraniana, boicotando suas exportações de petróleo era o objetivo de mais uma lei feroz do Congresso americano. Simplesmente, proibia de comerciar com os EUA qualquer país que comprasse petróleo do Irã. Como o mercado americano é, de longe, o maior do mundo, dá para sacar que o Irã correria altos riscos de acabar se afogando no seu petróleo que, aliás, representa 80% da economia do país.

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Delenda Teerã

Quando Roma já era uma das maiores potências do mundo antigo, a cidade de Cartago disputava com ela o controle dos países do mar Mediterrâneo. Para o partido da guerra romano, a solução correta seria destruir a rival. Tendo isto em mente, um dos seus líderes, o senador Catão, terminava todos os seus discursos repetindo: delenda Cartago, ou seja, Cartago deve ser destruída. No fim, foi o que acabou acontecendo.

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