EUROPA ADIA POR 6 MESES O EMBARGO AO PETRÓLEO IRANIANO.

A lei do Congresso americano, sancionada por Obama, que visava destruir a economia iraniana, bloqueando suas exportações de petróleo, sofreu novas baixas.

Primeiro foi a China, que afirmou não obedecer ao diktat americano.

Atendendo a seu bom amigo, os EUA, a Comunidade Européia decidiu proibir seus membros de importar petróleo do Irã. No entanto, para certos países, respeitar esse compromisso seria devastador para suas economias.

Itália, Grécia e Espanha, que importam 500.000 barris de petróleo do Irã por dia, estão nesse caso. É um volume respeitável, considerando que o total de petróleo do Irã comprado por toda a Europa chega apenas a 600.000 barris diários.

Para que as sanções contra o Irã não acabassem recaindo sobre esses 3 países, as mais frágeis economias da Europa, a Comunidade resolveu adiar por 6 meses a aplicação do embargo. Seria tempo suficiente para que os  países encontrassem fornecedores para lhes venderem o petróleo que precisam. No entanto, eles acharam pouco, querem 12 meses.

Novas exceções ao embargo americano foram solicitadas pela Índia, o Japão (que promete apenas reduzir suas compras) e a Coréia do Sul.

E, assim, as opções para dobrar as resistências do Irã continuam saindo da mesa.

Para acalmar os israelenses, Obama pede tempo para que as economias dos países envolvidos nas sanções possam se adequar ao embargo. Quando, então, funcionaria a toda força, deixando o governo de Teerã realmente em má situação.

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