A Malasia dá lições de democracia aos EUA.

Enquanto a democracia recua nos EUA, na Malásia ela avança.

No ano passado, o Congresso americano aprovou e Obama não vetou lei que permite ao presidente prender suspeitos de ligações com o terrorismo e os manter presos indefinidamente, sem julgamento, e a Malásia caminhou em sentido contrário.

Revogou lei desse tipo, que já durava 52 anos.

E a substituiu por uma nova lei, inspirada nos princípios dos Pais da Pátria dos EUA, cada vez mais esquecidos no governo Obama.

Agora, os cidadãos malaios, ao contrário dos americanos, que podem até serem executados por ordem do presidente, estão protegidos contra eventuais abusos do estado. A nova lei limita prisões por motivo de segurança, sem acusação, por 28 dias, e somente para investigações policiais. Sendo que os detidos terão direito de consultar advogados durante o prazo em que estiverem presos. E a lei ainda prevê supervisão judicial para garantir sua observância pela polícia.

O Governo malaio ouviu os grupos de direitos humanos do país que, há anos, vinham reclamando contra abusos praticados pelas autoridades do setor de segurança.

De acordo com uma declaração do Primeiro Ministro Najib Razak, a nova lei representa “um compromisso explícito de que ninguém poderá ser preso ou detido com base na sua filiação política, atividade ou idéias.”

Exatamente o que Jefferson, Washington, Hamilton e Tom Paine queriam que acontecesse nos EUA que eles ajudaram a fundar.

 

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