A 4ª Convenção de Genebra condena Israel.

A Convenção de Genebra, assinada por quase todos os países do mundo, reúne leis que objetivam manter as guerras dentro de limites, que respeitem as pessoas envolvidas, longe do que acontecia nas guerras lideradas por figuras como Gengis Khan ou Adolph Hitler.

A reunião da 4ª Convenção de Genebra deveria avaliar o respeito a seus princípios, ou seja, aos direitos dos cidadãos vivendo sob ocupação militar, proibindo punição coletiva, violências físicas e transferência de pessoas da potência ocupante para o país ocupado.

126 países participaram. EUA, Austrália, Canadá e Israel recusaram-se formalmente a comparecer.

Os EUA alegaram como razão o fato de que Israel seria fatalmente alvo de acusações, por sua atuação na Palestina.

O Canadá e a Austrália não foram porque não passam de cheerlanders da diplomacia americana.

Israel vestiu a carapuça, sem perder o pique: faltava porque adivinhara discussões sobre o que fizera na Palestina. Segundo Telaviv, esses fatos ficavam fora do âmbito da 4ª- Convenção de Genebra pois a soberania da Palestina estaria num limbo, devido aos muitos anos que permanecia sob controle israelense, além de não se tratar de um Estado independente.

Levando esses bizarros argumentos a sério, os israelenses poderiam ocupar militarmente a Palestina de modo indefinido, praticar violências contra os direitos humanos e  punições coletivas tranquilamente, sem violar as leis da guerra.

Aparentemente, os 126 países acharam que Telaviv estava de brincadeira.

Pois o relatório final da reunião concluiu que a 4ª- Convenção de Genebra precisava ser respeitada nos territórios palestinos ocupados, criticando duramente Israel por suas claras e repetidas violações.

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