Vigilância não impede terrorismo.

O grande argumento de Obama e seguidores em favor da sua invasão da privacidade é que essa prática já impediu perigosas ações terroristas.

Na verdade, no único caso desse tipo apresentado pelas autoridades não há provas de que foi solucionado graças ao programa de espionagem em computadores particulares.

O “terrorista” chama-se Najibullah Zarzi, motorista de ônibus do aeroporto, foi preso ao comprar várias garrafas de um removedor de polidor de unhas.

Esse cidadão confessou “conspirar para usar armas de destruição em massa”, o peróxido hidrogenado contido no removedor seria um poderoso veneno.

No entanto, o senador democrata Marc Udall (do comitê de contra-espionagem do senado) declarou não haver provas de que a detenção de Zarzi fora relacionada à ação do programa governamental de espionagem.

Por falar em ações de prevenção de terrorismo, avaliadas pela senadora democrata Dianne Ferstein em cerca de 100, em abril deste ano, o New York Times fez uma pesquisa a respeito.

Descobriu que essas ações eram “Operações Sting”, em maioria.

Nas “Operações Sting”, um agente, infiltrado em comunidades islâmica, convence, aos poucos, alguns dos mais exaltados a cometerem um atentado. Faz todo o planejamento, fornece as bombas e, no momento da ação o FBI entra em cena e prende os presumidos terroristas.

Segundo o Times,  “entre os 22 planos de atentados de alguma importância, tentados em solo americano, a partir do 11 de setembro, 14 eram Operações Sting. Ou seja: 70% provavelmente nunca aconteceriam se o FBI não os tivesse provocado.

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