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Arquivo da tag: Politica Internacional
O Bolívar que não fala francês
Simon Bolívar não foi apenas o herói da independência da América Latina. El Libertador notabilizou-se como um corajoso reformador social. Filho de uma família nobre da Venezuela, então colônia da Espanha, completou seus estudos em Madri e Paris, onde participou da vida cultural, apaixonando-se pelas idéias democráticas de Rousseau, Montesquieu e Voltaire.
Muito além de George Bush
Jacques Chirac começa a deixar saudades. O novo ministro das Relações Exteriores da França, Bernard Kouchner, passou dos limites quando exortou o mundo a preparar-se para uma possível guerra contra o Irã. Parece que o mundo não concordou.
Cobaias humanas: uma tragédia africana
A Pfizer, giganteca multinacional do setor farmacêutico, está sendo processada criminalmente pelo governo nigeriano por testes clínicos com conseqüências altamente nocivas. Em 1996, durante uma epidemia de meningite em Kano, Nigéria, 200 crianças doentes foram objeto dos testes de uma nova droga da Pfizer,o Trovan.
Presente de grego
“Quando um país chega ao topo, chuta a escada para impedir o acesso dos outros”.
Ha-Joon Chang, professor de Estudos do Desenvolvimento na Universidade de Cambridge)
Macartismo à polonesa
| O macartismo acaba de mostrar suas garras em pleno Parlamento Europeu. Bronislaw Geremiek, deputado pela Polônia, recebeu uma carta do seu governo, exigindo que renunciasse ao seu mandato. Razão: ele tinha se recusado a assinar uma declaração negando que tivesse colaborado com os serviços de inteligência do “ancient regime” comunista. Continue lendo |
Pesadelo americano: Iraque unido
Entre centenas de milhares que se manifestaram na xiita Najaf, no aniversário da ocupação do Iraque, havia, surpreendentemente, muitos clérigos e milicianos sunitas lado a lado com os xiitas e bradando com eles: “Fomos libertados de Saddam, agora precisamos ser libertados de novo. Americanos saiam”.
Parabéns pra quem?
Pouca gente festejou o aniversário da Guerra do Iraque. Não a maioria do povo iraquiano, em benefício de quem a guerra teria sido promovida. Ele não recebera os soldados invasores com flores, mas esperava que as coisas melhorassem muito depois de Saddam Hussein. Ninguém estava satisfeito com um regime desumano que havia reduzido consideravelmente o nível de vida geral, muito em conseqüência do embargo do petróleo.
Mais uma guerra perdida
O Taleban é hoje quem representa o nacionalismo árabe, indissoluvelmente ligado ao islamismo, contra a opressão americana.
Bagdá vale bem muitas missas
Bush quer aumentar o poderio do exército de ocupação. E só sairá do Iraque quando forem firmados contratos PSA nas principais regiões petrolíferas do país. Garantido o botim, a América e seu satélite inglês poderão dizer adeus a Bagdá. Enquanto esse dia não chega, milhares de soldados americanos continuarão morrendo, bilhões serão torrados e o ódio aos Estados Unidos não parará de crescer no mundo muçulmano.