Três eleições presidenciais se realizaram nos últimos meses.
Zâmbia: pobre nação rica.
Cobre é uma riqueza natural altamente valorizada por sua importância nas indústrias.
Colômbia, marcha à ré pintando.
Depois de 50 anos, o fim da guerra civil na Colômbia parecia estar perto.
Golpe suspeito na Líbia.
No dia 16 de maio, forças militares lançaram um ataque aéreo e terrestre contra milícias islâmicas em Bengazi.
Exigências insensatas atrapalham acordo nuclear.
Em seu livro “A Marcha da Insensatez”, a historiadora Barbara Tuchman discorre sobre estadistas que executaram “políticas adversas aos próprios interesses da comunidade ou nação envolvida.”
Israel e o apartheid.
Quando John Kerry afirmou que, sem a aprovação da “solução dos dois Estados”, Israel poderia se tornar um país de apartheid, o mundo caiu.
EUA perdendo seus feudos.
Até o fim da Guerra Fria, a América Latina foi absolutamente dócil à liderança americana.
Depois de Odessa.
Ninguém duvida que a motivação da Rússia, dos EUA e da União Européia na crise ucraniana é o interesse de cada um.
As maiores derrotas americanas no Afeganistão.
Em depoimento no Senado dos EUA, o general John Allen, ex-comandante das forças americanas no Afeganistão, declarou: “Por muito tempo nós focamos nossa atenção somente no Talibã como a ameaça à existência do Afeganistão. Eles são (apenas) um aborrecimento comparado com o âmbito e a magnitude da corrupção.”
Nestas eleições, o grande perdedor será o Iraque.
No ano passado, o Presidente Obama admitiu que a invasão do Iraque foi um erro. Mas, ponderou, o Iraque está muito melhor.