“Seremos pacientes e cautelosos. Mas paciência tem limites”, Evo Morales.
O Iraque começa a se libertar
Ainda no ano passado, Tony Snow, porta-voz do governo Bush, anunciou que o exército americano poderia permanecer no Iraque mais algumas décadas, talvez uns 50 anos. Certamente, ecoaram Robert Gates, secretário da Defesa, e diversos comandantes das forças armadas. Este prazo acaba de ser consideravelmente reduzido para no máximo três anos, provavelmente 16 meses ou até menos.
A hipocrisia americana e o Irã
As visitas de Shimon Peres e Mahmoud Abbas ao Brasil não mereceram reparos nem da grande imprensa, nem dos intelectuais que passaram pelas mesas redondas e noticiários da TV. Mesmo os políticos de esquerda que vimos na emissora de TV do Senado trataram-nos com todo respeito.
Entendendo o Irã
Obama: mudando para deixar como está
Saudades de Musharraf
Saudades de Musharraf
Alçado ao poder no Paquistão, em 1999, via golpe militar, o general Pervez Musharraf tornou-se um dos maiores aliados dos Estados Unidos no Oriente. No seu governo, uma democracia mais aparente do que real, apoiou incondicionalmente a luta anti-terrorista e anti-talebans, inclusive cedendo a importante base aérea de Quetta, segundo o New York Times, para ataques contra o Afganistão e talebans localizados no Paquistão.
Uma tragicomédia de equívocos
Iraque: a privatização da guerra
Em setembro do ano passado, em pleno centro de Bagdá, seguranças que protegiam um comboio americano atiraram no povo, matando 17 pessoas, inclusive crianças. Investigações realizadas pela polícia iraquiana, forças de ocupação e FBI, comprovadas por um vídeo, demonstraram que não havia nada que justificasse os disparos.
Uma tragicomédia de equívocos
| Nesta Olimpíada, George Bush acaba de ganhar a medalha de ouro na modalidade “cinismo”, ao condenar a violação russa da soberania da Geórgia esquecendo o que ele fez e faz no Iraque. Continue lendo |