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Obama: words, words, words
Aproxima-se a reunião do Conselho de Segurança da ONU, que aprovará ou não sanções contra o Irã, e Obama repete incansavelmente: “quis negociar, fui paciente, mas Teerã se recusou. Agora, chegou a hora das sanções, embora eu esteja ainda de braços abertos para a diplomacia”.
Irã: EUA miram no programa nuclear para alvejar o regime
Os recentes desenvolvimentos da questão nuclear iraniana fazem crer que o objetivo dos EUA e seguidores europeus não seria apenas impedir que o Irã possa produzir armas atômicas.
O Haiti no seu day after
Um dia os haitianos feridos acabarão de ser tratados, os mortos enterrados e Porto-Príncipe reconstruída (ao menos em parte). E, então, o que ficará?
Obama, esperanças e decpeção
“Tudo deve mudar para que tudo fique como está” (‘O Leopardo’, Lampedusa)
Com Evo, a Bolívia começa a existir
Em dezembro, haverá eleições presidenciais na Bolívia. Evo Morales será certamente reeleito por larga margem. Nas últimas sondagens (Ipsos-Opinion, Apoyo y Mercado) obteve 54% contra 20% do oposicionista Manfred Reyes Villa. E seu partido, o MAS (Movimiento Al Socialismo), ganharia o controle do Senado, com 22 cadeiras, deixando seus rivais com apenas 15.
O Nobel da paz defende a guerra
De boas intenções o inferno está cheio, diz o ditado, mas com elas dá para ganhar o Prêmio Nobel da Paz.
Questão nuclear iraniana: uma luz no fim do túnel?
“É contra nossos princípios, é contra nossa religião, produzir, usar ou possuir armas nucleares” (Ali Salehi, alta autoridade iraniana).
Setembro decisivo para Obama mostrar que veio mudar
Barack Obama chegou à Casa Branca com a promessa de uma mudança na política externa de George Bush. Seu objetivo era tornar o país um agente efetivo na promoção da paz e da justiça nas relações internacionais. Mas Obama temia as resistências internas. Por isso mesmo, procurou atrair também o apoio de setores que não partilhavam de seus ideais.
Sob Obama, assessores de Estado assumem autoritarismo
Em matéria de ameaças ao Irã por seu programa nuclear, Bush e acólitos jamais passaram do refrão “todas as opções continuam sobre a mesa”, que deixava implícita a via militar.