Mossad usa passaportes de estrangeiros.

Usar passaportes falsos não é novidade para o Mossad.

Há 2 anos, no assassinato de Al-Mabhout, dirigente do Hamas, em Dubai, por agentes do serviço de inteligência de Israel, esta prática – crime segundo as lei internacionais – foi mais uma vez constatada.

O chefe de polícia de Dubai revelou que os assassinos usaram passaportes ingleses, franceses, alemães e austríacos, para não serem identificados.

Dois anos depois, o sizudo The Times, de Londres, denunciou que em diversas ocasiões judeus estrangeiros que imigram para Israel foram solicitados a “emprestarem” seus passaportes à agência israelense de inteligência.

Inclusive passaportes ingleses são envolvidos nessa “gentileza”. O que é particularmente grave, pois Israel havia assegurado ao governo de Londres que sua agência jamais voltaria a usar passaportes do Reino Unido.

O Times conta o caso de um jovem inglês que, ao viajar para Israel para ingressar no exército israelense, foi abordado por uma garota do Mossad. Ela lhe perguntou se ele se sentia comprometido com o exército. Tendo respondido que “sim”, ela pediu emprestado seu passaporte por apenas alguns meses, com o que o rapaz concordou.

Um ano depois, ele recebeu o passaporte de volta, curiosamente com carimbos de aeroportos de diversos países.

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