É estranho que os políticos de um partido de maioria liberal e progressista costume defender incondicionalmente um país desrespeitador contumaz dos direitos humanos e de leis internacionais.
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Esquerda deve eleger o presidente do México.
O México aguarda as eleições presidenciais de 1 de julho, assolado por três pragas: o narcotráfico, a corrupção e Donald Trump, o presidente dos EUA.
Israel e apartheid.
Cabe ao Presidium, formado pelo presidente e os vice-presidentes do Knesset (parlamento de Israel), determinar a agenda dessa câmara legislativa.
Fora do Hamas e do Fatah pode haver solução.
Depois que Donald Trump reconheceu Jerusalém como capital de Israel e sede de sua embaixada, parecia que tudo estava perdido para os palestinos.
Sanções contra o Irã tem resultado duvidoso para os EUA.
Por enquanto, os EUA não pretendem fazer guerra a seu inimigo, o Irã.
Vitória do Hisbolá no Líbano leva o Irã de carona.
Em maio, realizou-se a primeira eleição parlamentar no Líbano depois de 2009.
Na Arábia Saudita, lugar de feminista é na cadeia.
As mulheres sauditas estão muito felizes porque a partir de 24 de junho poderão guiar seus carros.
Crime sem castigo.
117 mortos e cerca de 11 mil feridos. Em 19 de maio, esse era o total das vítimas na manifestação perto da fronteira Gaza-Israel.
A estratégia da fome.
Vencer um inimigo pela fome, fechando todos os caminhos para impedi-lo de obter do exterior os alimentos necessários e o governo poder funcionar foi uma estratégia muito usada no passado. Na Idade Média, era assim que a maioria das cidades amuralhadas eram vencidas pelas forças inimigas.
A Europa se defende dos EUA.
Ao abandonar o Acordo Nuclear do Irã, Donald Trump prometeu não só reaplicar as sanções suspensas, como também criar novas, ainda mais destrutivas.