A al Qaeda ganha armas americanas.

Na segunda metade de setembro, o Pentágono anunciou que 71 rebeldes moderados treinados por ele tinham entrado na Síria para enfrentar o ISIS.

Voltou no dia 25 para admitir que esse grupo fora obrigado a entregar blindados, armas e munições para o Nussra – filial da Al Qaeda – os deixar passar.

Os armamentos que mudaram de mãos somavam um quarto do total portado pelos moderados.

Foi a segunda vez em poucos dias que os militares americanos tiveram de curtir uma humilhação semelhante.

No dia 21 de setembro, os 54 soldados rebeldes que formavam o primeiro grupo treinado pelo Pentágono para combater o ISIS também tinha se dado mal.

Logo após entrarem em território sírio, foram confrontados por milicianos do mesmo Nussra, que confiscaram todo o seu armamento made in USA.

Deu no Daily Beast que, de acordo com um membro do Nussra, Anas Ibrahim Obaid comandante do grupo de moderados, tinha aderido aos americanos só porque precisava de armas.

Estas duas roubadas não abonam muito a eficiência do programa de treinamento de rebeldes sírios pelos militares do Pentágono.

É objetivo desse programa colocar anualmente na Síria  5.400 guerreiros perfeitamente treinados e armados para encarar o ISIS.

A al Qaeda, matriz do Nussra, agradece.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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