Nos últimos meses, as pesquisas norte-americanas mostram o presidente George W. Bush estacionado em 62% de rejeição, o que mostra uma firme tendência contrária. Apesar de o Partido Republicano dispor de candidatos fortes, as chances dos democratas emplacarem o próximo presidente são altas.
Frankenstein vive
“Nas esferas do governo, devemos nos proteger contra a influência injustificada exercida pelo complexo militar-industrial. A possibilidade do surto desastroso de um poder mal orientado existe e permanecerá. Não devemos nunca permitir que o peso desta coalizão
ameace as nossas liberdades ou os processos democráticos”.
Dwight Eisenhower, em seu discurso de despedida da presidência dos Estados Unidos
Bush corrige a pontaria (2): Libano
A nova estratégia americana para o Oriente Médio, que elege os xiitas como inimigos-chave e os sunitas como eventuais aliados, conseguiu equilibrar as coisas no Líbano.
Bush corrige a pontaria (3): Iraque
Bush corrige a pontaria (4): Irã
“Damos aos governantes do Irã dois meses para cessarem todo tipo de apoio ao governo xiita do Iraque… Do contrário, uma severa guerra os espera”.
– Abu Omar al-Baghdadi, líder do Estado Islâmico no Iraque, grupo ligado à Al-Qaeda. Continue lendo
Bush corrige a pontaria (1): Palestina
Como explica Bresser Pereira: “Os movimentos islâmicos são essencialmente movimentos políticos nacionalistas empenhados na luta para dotar suas respectivas nações de um Estado que lhes sirva de instrumento de ação coletiva. A religião está fortemente presente, mas é a arma ideológica usada na sua luta pela soberania nacional” (entrevista à Folha de São Paulo, 13-06-06). Por isso mesmo, esses movimentos são os principais adversários do governo americano no Oriente Médio, pois se contrapõem aos objetivos da política imperial na região que são: exercer hegemonia sobre seus países, controlar o petróleo da região e preservar os interesses de Israel.
Cobaias humanas: uma tragédia africana
A Pfizer, giganteca multinacional do setor farmacêutico, está sendo processada criminalmente pelo governo nigeriano por testes clínicos com conseqüências altamente nocivas. Em 1996, durante uma epidemia de meningite em Kano, Nigéria, 200 crianças doentes foram objeto dos testes de uma nova droga da Pfizer,o Trovan.
Cobaias humanas: uma tragédia africana
| A Pfizer, giganteca multinacional do setor farmacêutico, está sendo processada criminalmente pelo governo nigeriano por testes clínicos com conseqüências altamente nocivas. Em 1996, durante uma epidemia de meningite em Kano, Nigéria, 200 crianças doentes foram objeto dos testes de uma nova droga da Pfizer,o Trovan.A metade delas foi tratada com o Trovan. A outra com um medicamento concorrente do qual foram aplicadas doses abaixo do necessário, com o objetivo de se garantirem resultados inferiores.Detalhe: a Pfizer não informou aos paíi das crianças que se tratava de um teste, embora sabendo que o Trovan apresentava efeitos colaterais prejudiciais à saúde e poderia ser impróprio para uso humano, nem que existia um produto comprovado e relativamente barato, o clorofenicol. |
Presente de grego
“Quando um país chega ao topo, chuta a escada para impedir o acesso dos outros”.
Ha-Joon Chang, professor de Estudos do Desenvolvimento na Universidade de Cambridge)
Macartismo à polonesa
| O macartismo acaba de mostrar suas garras em pleno Parlamento Europeu. Bronislaw Geremiek, deputado pela Polônia, recebeu uma carta do seu governo, exigindo que renunciasse ao seu mandato. Razão: ele tinha se recusado a assinar uma declaração negando que tivesse colaborado com os serviços de inteligência do “ancient regime” comunista. Continue lendo |