Projeto Kirchner em perigo

Apesar de as forças de esquerda ganharem a maioria das eleições na América Latina, nem sempre isso se traduz em mudanças estruturais nos países. Grande parte dos eleitos segue fielmente os preceitos neoliberais. Promovem algumas medidas sociais compensatórias, mas os grandes interesses continuam intocados. Aqueles governos que ousam adotar soluções heterodoxas, intervindo na economia para garantir o desenvolvimento e reduzir as desigualdades, têm de comer o pão que o diabo amassou.

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Os candidatos à Casa Branca e a política internacional (1): a Palestina

Os pré-candidatos à Casa Branca do partido Democrata, e até alguns republicanos, não têm poupado críticas à política internacional de George Bush. Mas a verdade é que, particularmente no Oriente Médio, hoje o principal “front” externo dos Estados Unidos, o novo presidente, seja quem for, continuará atrás dos objetivos atuais: o controle e a exploração do petróleo da região – a defesa incondicional de Israel –, a guerra sem tréguas contra os movimentos islâmicos, terroristas ou não, e a destruição de qualquer potência emergente fora de sua área de influência.

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Os candidatos à Casa Branca e a política internacional (3): Irã

O governo do Irã desenvolve um programa secreto para a produção de bombas nucleares, tendo atingido uma etapa fundamental que é o enriquecimento do urânio. Sendo governado por aiatolás “insanos”, a posse desse engenho apocalíptico poria em risco não só a paz mundial, como também a sobrevivência da espécie humana. Por isso, o governo americano, aliado a potências européias, exige que Teerã interrompa o enriquecimento de urânio.

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