Trump corta azas do seu falcão mais feroz.

Quando John Bolton (o mesmo a quem Bolsonaro bateu continência) foi nomeado conselheiro especial de segurança de Donald Trump, o JStreet, organização liberal judaico-americana, se manifestou assim: ”Estamos horrorizados pela sua nomeação para conselheiro de Segurança Nacional e acreditamos que essa decisão do presidente põe em perigo a situação nacional do país e a segurança fundamental dos EUA e dos seus aliados, inclusive Israel.”

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O império aperta os parafusos, com resultados duvidosos.

Na sua disputa com o Irã pela hegemonia no Oriente Médio, os EUA tentam destruir a economia do país rebelde.

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Israel ameaça a maior esperança de acordo na Síria.

Netanyahu viu com péssimos olhos o cessar-fogo e a zona de segurança negociados entre Rússia e EUA.

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