Por fim, a Europa levantou a luva.

Em 2008, em Berlin, falando para 200 mil pessoas, Barack Obama afirmou sua crença em “aliados que prestam atenção uns aos outros, que aprendem com cada um, que, acima de tudo, confiam uns nos outros.”

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A Europa se defende dos EUA.

Ao abandonar o Acordo Nuclear do Irã, Donald Trump prometeu não só reaplicar as sanções suspensas, como também criar novas, ainda mais destrutivas.

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O que vale para uns, não vale para outros.

Vendo Trump, Macron e madame May se apresentarem  como defensores da liberdade, dos direitos humanos e ds leis internacionais, ameaçados pela Rússia e países islâmicos aliados, fico imaginando:

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Golpe de mestre.

Em 4 de março, o ex- espião russo Skripal e sua filha foram envenenados por um agente químico, o Novichok, segundo o governo inglês. A primeira-ministra Theresa May acusou Putin do crime e lhe deu 36 horas para fornecer explicações sobre o uso de um agente nervoso russo no atentado. Ou haveria retaliações.

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