Depois de 40 anos de neoliberalismo, o Labor propõe re-nacionalizações.

No Reino Unido, depois da 2ª Grande Guerra, o governo trabalhista de Clement Attle iniciou um processo de ampla socialização. Foram passados para o estado as empresas inglesas de automóveis, energia, petróleo, aviação comercial, aço, carvão e os serviços de água, telefone, gás, transporte urbano, telecomunicações, eletricidade, transporte ferroviário e saúde pública.

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Drible europeu nas sanções americanas contra o Irã.

Por palavras e obras, Trump já informou urbi et orbe que os EUA fazem o que bem entenderem, ignorando direitos humanos, ONU, leis internacionais, etc. Quanto aos demais países, que sigam o que a Casa Branca decidir. Do contrário, lá vão sanções (ou mísseis)!

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O Império voltado para seu umbigo.

O Tribunal Penal Internacional (TPI) foi criado para julgar indivíduos acusados dos mais graves crimes internacionais: genocídio, crimes de guerra, crimes contra a humanidade e também os chamados crimes de agressão, aqueles cometidos por pessoas ou grupos que, tendo o controle das forças armadas de uma nação, planejam e/ou promovem um ataque a outro país, prejudicando sua independência política, sua condição territorial ou violando sua soberania.

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Apesar de um recuo, trabalhismo inglês avança.

Na liderança de Tony Blair, o Labour afastou-se dos seus princípios originais para adotar as políticas de ajuste fiscal, privatizações e redução de benefícios sociais, em moda a partir dos fins do século 20. Com isso, ele e seus sucessores – Gordon Brown e David Miliband (em parte) – aproximaram-se das posições do Partido Conservador, afastando o público tradicional do trabalhismo. O resultado foi a perda do governo e uma redução dos seus votos, que chegaram a menos de quatro milhões nas eleições de 2014.

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